Comparativo rápido: 4 modelos de moto elétrica scooter
Sem tempo para o guia inteiro? A tabela resolve. Clique direto no preço da moto elétrica scooter que combina com você.
| # | MODELO | POTÊNCIA | BATERIA | PREÇO | IDEAL PARA | LINK |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Verdevento VD-20 | 1.000 W | 60 V · 20 Ah (chumbo-gel) | R$ 6.498 | Menor preço | Ver preço → |
| 2 | Foston X13 EX | 1.000 W | 48 V · 12 Ah (lítio) | R$ 7.382 | Lítio mais em conta | 🔥 Ver preço → |
| 3 | Tui Compacta | 1.000 W | 10,4 Ah (lítio) | R$ 8.290 | Dois lugares | Ver preço → |
| 4 | Dot 1000 W | 1.000 W | 60 V · 20 Ah (lítio) | R$ 12.349 | Bateria removível | Ver preço → |
🔥 Top Picks — Escolha Rápida de Moto Elétrica Scooter
O que é uma moto elétrica scooter
A moto elétrica scooter é um veículo de duas rodas com cara de moto pequena: banco, plataforma para os pés, farol, retrovisores e um motor elétrico alimentado por bateria recarregável. Em vez de gasolina, ela abastece na tomada. O formato lembra a motoneta, mas o conjunto é bem mais simples, sem câmbio, óleo ou escapamento.
Por que o termo moto elétrica scooter gera tanta confusão? Porque as lojas misturam os nomes. O mesmo produto aparece como moto elétrica, scooter elétrica, bike elétrica e até "bicicleta moto elétrica". Quem pesquisa moto elétrica scooter pode estar atrás de um modelo de R$ 6 mil que dispensa CNH ou de uma moto emplacada de vários kW. O que separa uma da outra é a ficha técnica, nunca o título do anúncio.
Como funciona a moto elétrica scooter. A bateria envia energia ao controlador, que libera corrente para o motor conforme você gira o acelerador no punho. Na maioria dos modelos o motor fica no cubo da roda traseira, sem corrente nem correia. O freio pode ser a disco, hidráulico ou mecânico. Quem já conhece o conceito de duas rodas com assento reconhece o desenho da scooter elétrica, só que mais robusto.
Moto elétrica scooter x bicicleta elétrica. A bicicleta elétrica tem pedal assistido; a moto elétrica scooter anda só no acelerador. Se você quer algo mais leve e com pedal, o caminho é a bicicleta elétrica tipo scooter. Se quer sentar, acelerar e esquecer o pedal, a moto elétrica scooter faz mais sentido.
Moto elétrica scooter x moto a combustão. A moto a gasolina vence em velocidade e autonomia. A moto elétrica scooter vence no custo por quilômetro, no silêncio e na manutenção simples. Para trajeto curto de bairro, ela dá conta. Para rodovia, não foi feita.
Vale a pena comprar uma moto elétrica scooter? Vale quando o trajeto diário é curto, há tomada para carregar e o modelo se enquadra na lei sem surpresa. Não vale se você precisa de velocidade de estrada, de carga pesada ou não tem onde guardar e carregar. A moto elétrica scooter resolve a última milha, não a viagem; para viajar, escolha outro veículo.
Moto elétrica scooter x ciclomotor: qual a diferença?
Aqui mora a dúvida que mais pesa na compra. Na prática existem dois grupos de moto elétrica scooter: a autopropelida, que dispensa CNH, e o ciclomotor, que exige habilitação e placa. Os limites estão na Resolução CONTRAN nº 996, de 15 de junho de 2023. Consultamos a norma e não achamos alteração posterior, mas confira o texto vigente no CONTRAN ou no Detran.
Autopropelido: motor de até 1.000 W, velocidade máxima de fabricação de até 32 km/h, largura de até 70 cm e distância entre eixos de até 130 cm. A moto elétrica scooter que cumpre todos esses limites dispensa CNH, registro, licenciamento e emplacamento. Os limites valem todos juntos: um modelo de 1.000 W com 75 cm de largura já não entra.
Ciclomotor: duas ou três rodas, motor elétrico de até 4 kW e velocidade de até 50 km/h. Nesse grupo a moto elétrica scooter passa a exigir ACC ou CNH categoria A, registro, licenciamento e placa. O capacete também é obrigatório, como determina o art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro.
Acima disso. Se a moto elétrica scooter passa dos limites do ciclomotor, vira motoneta ou motocicleta, com CNH categoria A e todo o resto. Um aviso para as buscas: modelos que anunciam 1.200 W ou 60 km/h já estão acima do limite do autopropelido, então o rótulo "sem CNH" nesses anúncios merece desconfiança.
Por que essa distinção importa tanto? Porque o risco recai sobre quem compra. Rodar de moto elétrica scooter fora do enquadramento pode render multa e apreensão, e o vendedor não responde por isso na rua. Antes de pagar por uma moto elétrica scooter, compare a ficha técnica com os limites acima.
CNH, placa e capacete: o que exige a moto elétrica scooter
O resumo prático da moto elétrica scooter cabe em três perguntas. A potência passa de 1.000 W? A velocidade de fábrica passa de 32 km/h? A largura passa de 70 cm ou a distância entre eixos passa de 130 cm? Se a resposta for "sim" para qualquer uma, a moto elétrica scooter sai do autopropelido.
Quando precisa de CNH. Sempre que a moto elétrica scooter for enquadrada como ciclomotor, motoneta ou motocicleta. Para o ciclomotor, e só para ele, basta a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) ou a CNH A. Para os demais, a CNH categoria A.
Quando a moto elétrica scooter precisa de placa. O ciclomotor e a motocicleta exigem registro, licenciamento e emplacamento. O autopropelido que cumpre todos os limites não exige. Se o anúncio diz "sem placa" e a ficha passa de algum limite, a conta não fecha.
Capacete. Para ciclomotor, é obrigatório pelo CTB. Para a moto elétrica scooter autopropelida, confirme a exigência atual na norma e no Detran. Obrigatório ou não, o capacete é o equipamento mais barato e mais importante para quem anda de moto elétrica scooter na cidade.
Onde andar. A regra depende da via e do município. Em geral, a moto elétrica scooter autopropelida segue as regras de bicicleta, com ciclovia e ciclofaixa dentro dos limites locais. Na calçada, a resolução remete ao art. 193 do CTB, salvo onde houver autorização.
Quanto custa uma moto elétrica scooter
O preço da moto elétrica scooter varia bastante, e o motivo costuma ser a bateria. Nos anúncios consultados, os quatro modelos deste guia, todos com motor de 1.000 W, custavam de R$ 6.498 a R$ 12.349. A diferença de quase R$ 6 mil entre as motos elétricas scooter não está no motor, que é igual no papel, mas no tipo de bateria, nos freios, na suspensão e no acabamento.
Faixa de entrada (R$ 6 a 7 mil). Aqui ficam o Verdevento VD-20, a R$ 6.498, e o Foston X13 EX, a R$ 7.382. O Verdevento usa bateria de chumbo-gel, mais pesada e mais barata; o Foston usa lítio, com menos capacidade. É o ponto de partida para quem quer a primeira moto elétrica scooter sem gastar muito.
Faixa intermediária (R$ 8 a 9 mil). O Tui Compacta, a R$ 8.290 (cheio R$ 10.769, em oferta no dia da consulta), traz dois lugares, pneus largos de 8 polegadas e freio a disco hidráulico. Entre as motos elétricas scooter da lista, é o formato mais diferente, mais perto de uma minimoto.
Faixa alta (acima de R$ 12 mil). O Dot 1000 W, a R$ 12.349, tem bateria de lítio removível de 60 V e 20 Ah, suspensão dupla e freio a disco hidráulico nas duas rodas. Quem paga mais pela moto elétrica scooter leva a maior bateria de lítio com tensão e capacidade informadas na lista.
Custo de uso da moto elétrica scooter. A conta de energia é simples. Uma bateria de 1.200 Wh equivale a 1,2 kWh. Com tarifa de exemplo de R$ 1,00 por kWh (use a da sua conta de luz), uma carga completa custa cerca de R$ 1,20, sem contar as perdas do carregador. Se os 45 km declarados fossem reais, daria uns 3 centavos por quilômetro. Na prática a conta é pior, porque a autonomia efetiva costuma ser menor que a anunciada, mas continua bem abaixo da gasolina.
Custos escondidos. A bateria é a peça cara. A de lítio dura mais ciclos que a de chumbo-gel, mas custa mais para trocar. Some também capacete, cadeado, eventual seguro e, se o modelo se enquadrar como ciclomotor, emplacamento e licenciamento. O preço do anúncio nunca mostra o custo total da moto elétrica scooter, e é esse custo que decide se a compra vale a pena.
Os preços da moto elétrica scooter mudam toda semana. Veja o valor atualizado do Verdevento VD-20, o modelo mais barato da lista.
4 modelos de moto elétrica scooter comparados
Escolhemos quatro anúncios do Mercado Livre com motor de 1.000 W, de fabricantes e formatos diferentes. A seleção de motos elétricas scooter é de ficha técnica e de preço; não testamos nenhum dos modelos. Os dados vêm dos anúncios consultados e podem mudar, então confira a versão atual antes de comprar a moto elétrica scooter que escolher.
O Verdevento VD-20 é a moto elétrica scooter mais barata da lista e a mais pesada, com 92 kg. A bateria é de chumbo-gel, tecnologia mais antiga que o lítio, mais barata e mais pesada. O anúncio informa 1.000 W e 32 km/h e traz alarme de série, mas não diz a autonomia nem a largura. Esse é o dado que você deve pedir ao vendedor antes de comprar a moto elétrica scooter por esse preço.
O Foston X13 EX é o único da lista que informa a largura (65 cm, abaixo do limite de 70 cm do autopropelido); a distância entre eixos não aparece. A bateria de lítio tem 576 Wh, menos da metade dos 1.200 Wh de Dot e Verdevento, e o conjunto pesa 45 kg. O anúncio declara 50 km de autonomia, que deve ser lido como máximo teórico. O aro de 14 polegadas ajuda em piso irregular, e a carga máxima de 100 kg é a menor da lista, ponto de atenção para piloto pesado em qualquer moto elétrica scooter.
O Tui Compacta tem pegada de minimoto: banco duplo, pneus largos de 8 polegadas e farol redondo. A velocidade declarada é de 30 km/h, dentro do limite do autopropelido, e a largura de 70 cm está exatamente no limite. O anúncio declara 60 km de autonomia com bateria de 10,4 Ah e não informa a tensão, o que impede calcular os Wh. Para uma moto elétrica scooter de dois lugares, é o dado que mais merece pergunta ao vendedor.
O Dot é a moto elétrica scooter mais cara e a mais completa em ficha técnica: lítio de 60 V e 20 Ah, removível, freio a disco hidráulico nas duas rodas, suspensão dupla e três modos de velocidade. O anúncio fala em itens de série como alarme e farol LED. O preço alto pesa, e o anúncio mostra duas cargas máximas diferentes (180 e 200 kg), então confirme com o vendedor qual vale.
Autonomia e bateria da moto elétrica scooter
Autonomia é a promessa mais inflada do mercado de motos elétricas scooter. Todo anúncio de moto elétrica scooter traz um número de quilômetros, mas pouca gente diz em que condições ele foi medido. O jeito mais honesto de comparar é pela energia da bateria, em watts-hora (Wh): multiplique a tensão (V) pela capacidade (Ah).
O que o gráfico mostra. Dot e Verdevento têm a mesma energia, 1.200 Wh, porque ambos usam 60 V e 20 Ah. O Foston tem 576 Wh. Com bateria menor, o alcance real do Foston tende a ser menor, mesmo com os 45 kg ajudando no consumo.
Lítio x chumbo-gel. Na moto elétrica scooter, a bateria de lítio é mais leve, tem mais ciclos de carga e geralmente é removível, o que permite carregar dentro de casa. A de chumbo-gel é mais barata, porém pesa muito mais e costuma perder capacidade mais cedo. Na lista, o Verdevento é o único com chumbo-gel, e isso ajuda a explicar os 92 kg do conjunto.
O que reduz a autonomia da moto elétrica scooter. Piloto pesado, subida, vento contra, pneu com pressão baixa, arrancada brusca e frio. Quem roda com garupa no Tui, por exemplo, pode esperar um alcance menor que o anunciado. Ao planejar a rota da moto elétrica scooter, reserve uma margem de uns 30% sobre o número do anúncio.
Recarga. Os anúncios do Foston e do Dot informam de 4 a 5 horas para encher a bateria na tomada. Funciona bem para quem carrega a moto elétrica scooter durante a noite, e por isso a bateria removível do Dot ajuda quem mora em apartamento.
Para calcular a autonomia da sua moto elétrica scooter, use a nossa calculadora de autonomia, que aplica peso, relevo e velocidade ao número declarado pelo fabricante.
Quer carregar a bateria dentro de casa? O Dot 1000 W tem lítio de 60 V e 20 Ah removível.
Como escolher a sua moto elétrica scooter
Com tantas opções de motos elétricas scooter, a escolha fica mais fácil se você responder a cinco perguntas. Elas valem para qualquer moto elétrica scooter, das quatro desta lista a qualquer outra que apareça nas buscas.
1. Qual é o trajeto? Se o percurso diário passa de 15 km por trecho, olhe para os 1.200 Wh do Dot ou do Verdevento. Para trajeto de até 8 ou 10 km, os 576 Wh do Foston costumam bastar. Faça a conta de ida e volta antes de decidir qual moto elétrica scooter comprar.
2. Onde vai guardar e carregar? A moto elétrica scooter pesa de 43 a 92 kg e não dobra. Se o espaço é um corredor de prédio, peso e bateria removível decidem. O Verdevento, com bateria fixa de chumbo-gel, exige tomada perto de onde ele dorme.
3. Quantas pessoas? Poucos modelos aceitam dois ocupantes. O Tui Compacta é anunciado como de dois lugares e suporta 190 kg na ficha. Para uma pessoa só, qualquer outra moto elétrica scooter da lista serve.
4. Qual o piso? Aro de 14 polegadas (Foston) lida melhor com buraco do que 8 polegadas (Tui). Suspensão dupla e freio a disco hidráulico (Dot) fazem diferença em rua irregular para a moto elétrica scooter.
5. Qual o orçamento total? Some capacete, cadeado e a futura troca de bateria. Uma moto elétrica scooter de R$ 6.498 com chumbo-gel pode sair mais cara no médio prazo que uma de lítio, dependendo do uso.
Qual moto elétrica scooter escolher por perfil? A indicação abaixo vem da ficha técnica, não de teste.
Segurança e manutenção da moto elétrica scooter
A moto elétrica scooter é simples de manter, mas segurança não é opcional. A maior parte dos cuidados cabe em seis itens que valem para qualquer moto elétrica scooter.
Capacete e roupa. Use capacete sempre, mesmo quando a norma não obrigar, além de luvas e calçado fechado. A moto elétrica scooter de 1.000 W acelera rápido, e a queda a 32 km/h machuca.
Freios. Confira o freio antes de cada saída. Modelos com disco hidráulico, como o Dot e o Tui, pedem verificação de pastilhas e do fluido conforme o manual. No piso molhado a frenagem da moto elétrica scooter fica mais longa, e o peso conta, principalmente no Verdevento de 92 kg.
Pneus. Pressão correta aumenta a autonomia e a estabilidade. Pneu murcho é uma das causas mais comuns de consumo extra e de instabilidade em curva na moto elétrica scooter.
Bateria da moto elétrica scooter: carregue com o carregador original, em local ventilado, e evite deixar a bateria totalmente descarregada por muito tempo. Bateria de lítio e de chumbo-gel têm cuidados diferentes, então siga o manual do modelo. Não use carregador genérico, e se a bateria inchar ou esquentar demais, pare de usar.
Água. Chuva leve é rotina para quem anda de moto elétrica scooter na cidade, mas lavar o motor e o controlador com jato de pressão é pedir problema. Veja no anúncio ou no manual o grau de proteção do modelo e, se não houver, trate o conjunto como sensível à água.
Alarme e trava. Verdevento e Dot citam alarme de série. Use cadeado mesmo assim, porque a moto elétrica scooter é alvo fácil de furto.
Prós e contras da moto elétrica scooter
- ✔ Custo por quilômetro da moto elétrica scooter muito menor que o de uma moto a gasolina
- ✔ Sem emplacamento nem CNH quando o modelo se enquadra como autopropelido
- ✔ Manutenção simples da moto elétrica scooter, sem óleo, vela ou escapamento
- ✔ Silenciosa e sem emissão local de gases, uma vantagem da moto elétrica scooter na cidade
- ✔ Faixa de preço de R$ 6.498 a R$ 12.349, com opções para bolsos diferentes
- ✔ Carga na tomada comum, em 4 a 5 horas
- ✔ Banco e plataforma mais confortáveis que um patinete em pé
- ✘ Peso da moto elétrica scooter de 43 a 92 kg: não dobra e não sobe escada
- ✘ Autonomia real da moto elétrica scooter costuma ficar abaixo da anunciada
- ✘ Anúncios de motos elétricas scooter omitem largura, entre-eixos ou autonomia em vários modelos
- ✘ Troca de bateria da moto elétrica scooter é cara e muda a conta de custo total
Antes de fechar, peça ao vendedor largura, distância entre eixos e velocidade máxima de fábrica da moto elétrica scooter.
Para quem serve a moto elétrica scooter
Serve para quem usa a moto elétrica scooter em trajeto urbano curto e repetido, como casa e trabalho, faculdade ou comércio do bairro. Serve também para quem quer um veículo de duas rodas barato de abastecer e não precisa de velocidade de estrada. Uma moto elétrica scooter de 1.000 W cumpre bem esse papel, desde que o enquadramento esteja certo.
Serve com ressalvas para quem mora em ladeira forte, já que os anúncios deste guia não informam a inclinação máxima, e para quem precisa levar carga. Nesse caso, olhe os 1.200 Wh, mas confirme a capacidade de carga na ficha da moto elétrica scooter.
Não serve para rodovia, trajeto longo todo dia ou quem não tem onde carregar. Quem precisa de mais velocidade deve olhar o ciclomotor emplacado ou uma moto elétrica de maior porte, já com CNH A e registro. Aí a moto elétrica scooter autopropelida deixa de ser a resposta.
Para o primeiro veículo elétrico, comece pelos limites. Escolha a moto elétrica scooter que cabe na lei, no trajeto e no seu orçamento, nessa ordem. No fim, a certa é a que você consegue carregar, guardar e conduzir sem dor de cabeça com a fiscalização.
Quer comparar a moto elétrica scooter com outros formatos? Leia o guia completo de scooter elétrica e o conteúdo sobre a bicicleta elétrica tipo scooter, que mostram como cada categoria se comporta no dia a dia.
Compare os quatro modelos, confirme a ficha técnica e escolha a moto elétrica scooter que cabe no seu trajeto, no seu bolso e na lei.